onde andarão as manhãs nervosas
que alimentavam a alma
que traziam o desejo da eternidade
o vazio interior
obcecado por descobertas
onde andarão
os irmãos de mãos dadas
vociferando esperanças
acalentando as angústias
num vórtice ensandecido
de ilusões malfadadas
é aí que estão
é aí que estamos
4 Dezembro 2008
sobre as manhãs de sol
Posted by clandestino under autoria diversa, conversas infindaveis, noite, poesia, ser, solidãoLeave a Comment