Nas ruas, nos bares

Vejo rostos sorridentes, com olhos amargurados
Vejo corpos sedutores, com almas embotadas

Pouco resta de sincera alegria
O vício é o alimento da alma

Dias vazios nos perseguem
Questiono-me do que já foram preenchidos

A memória não ajuda
“Em que ponto da estrada errei o caminho?”

Persigo a noite, escondendo-me da luz
A luz que insiste em mostrar que há algo errado no caminho

Nas ruas, nos bares

Vejo rostos sorridentes, com olhos amargurados

Vejo corpos sedutores, com almas embotadas

Pouco resta de sincera alegria
O vício é o alimento da alma

Dias vazios nos perseguem
Questiono-me do que já foram preenchidos

A memória não ajuda
“Em que ponto da estrada errei o caminho?”

Persigo a noite, escondendo-me da luz
A luz que insiste em mostrar que há algo errado no caminho

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