Saudades dos castelos de areia
Da defesa das fortificadas torres
Das mãos erguendo muralhas
Das noites cavando fossos
Dos sorrisos a cada vitória
Dos abraços a cada derrota
O mar, as ondas – impassíveis
Arrastam todas as construções
Mas as lembranças, as saudades
Essas não se destroem
Apenas se diluem
Em meio a tantas e tantas outras
Lembranças, memórias e lágrimas

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