E esse desejo de ser o que não é
De ser o outro, que está lá
Do outro lado da janela
Do outro lado da tela?

E esses sonhos
E esse deliciar-se com letra morta
A poesia nauseabunda
Que te faz brilhar os olhos
Onde te levará?

A música te inebria
Te guia os passos – trôpegos
Em direção a quê?
Qual a liberdade do teu caminho?

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