de vão em vão
os pensamentos se dissolvem
o que esperar de dias mornos?

lá fora é alvoroço
as balas rasgam o ar,
peitos e sonhos

do ar o sibilo, dos peitos o sangue,
dos sonhos a esperança

conduzo meus pensamentos
entre estradas ermas de árvores por florescer

– mas as flores nunca desabrocham –

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